sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Feria do de 6 dias?

Noossa gente olha que maça um feriado de 6 dias....O feriado foi prolongado porque dia 15/11 é o dia da independencia do Brasil e cai na quinta e o outro é dia 20/11 ou 21/11, então vai de quinta pra segunda, ou até terça, yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeees!!!!
Só queria dar a noticiaaa, kk byeee

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Menstruação!!!

Tá todo mundo falando disso para você?
Se não, você já sabe come é!
 Mas se isso acabou de acontecer com você é bom ficar informada, se já aconteceu com você, nunca é tarde para saber!
 Mas vamos lá!!!!
 Menstruação é uma coisa muito simples, até demais da conta!!
 Isso acontece uma ver por mês para todas as MULHERES porque apartir do momento que você menstrua você deixou de ser uma menina, você vira uma mocinha ou seja uma MULHER!
 Crescimento: O crescimento, não para isso é conversa para boi dormir, depende muito de menina para menina, ou de mãe para mãe para menina, pergunte para a sua mãe se quando ela menstruou ela parou de crescer, se ela parou, você para também, mas se não você pode crescer 4 ou 8 cemtimetros!
 TPM: Na tensão, é bom ficar sozinha para não matar ninguém, rs. Na TPM, você pode ficar emotiva, feliz, triste, com raiva, morrendo de dor, ou tudo isso junto né....Se você achava que ser menina era dificil imagina ser MULHER, para homens é drama, mas é porque a vagina deles não tem emorragia uma vez por mês!
 Seios: Depois que você menstruar, seus seios ainda vão crescer, sem grilo, não é tudo que para quando menstrua okay? Bom os seus seios podem ficar igual o da mão de vocês, ou um pouco maior.
 Pelos: Pelos é a pior coisa do mundooooooooooooooooooooo! Não se esquece de sempre se depoilar para evitar constrangimentos, por exemplo, se for usar blusa sem manga, depila, se for nadar, depila aqueles cantinhos de baixo, e dá uma aparada lá na 'zoninha' pra não sair do maio ou transparecer!
 Acne: Acne ou espinha, você não evita não, mas para previnir sempre use protetor solar, lave bem o seu rosto, isso vale para MENINOS E MULHERES!
OBS: Se disrregular sem grilo, é que algo mais ainda tem crescer ou parar...! O RESTO COM SUA MÃE!

sábado, 21 de julho de 2012

Videos do Youtube!!

Eu estou pensando em começar um vlog com umas amigas minhas, o nome vai ser HeyYoFriends, HeyYoBff  ou HeyYouFriendsOn estamos pensando ainda, essa é uma novidade é a você que esta  lendo agora, é uma novidade exclusiva, se as pessoas que verem gostarem, eu e as minhas amigas continuaremos postando, o primeiro vídeo eu vou postar bem aqui no meu blog.
Iremos postar Terça-Quinta-Sábado, se agente decidir logo, vou postar bem aqui.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Amigas!

Apesar de tudo que a sua amiga faz com você, você mesma não vive sem ela...Ela pode ser uma boboca,uma besta,uma boba,uma idiota...Mas você o a ama!!
As vezes eu acho engraçado, por mais que você e sua amiga, sejam diferentes em aparência física, na hora que vocês, marcam de sair, ou se encontram na rua vocês, estão quase com a mesma roupa, como se tivessem combinado, mas vocês nem se falaram e se viram apenas na hora.
Deixa eu dar um exemplo:
Ela foi de saia cintura alta, e você também.
Ela foi de blusa com manga cumprida e você também.
Ela foi de tênis e você também.
Ela usou colar e você também.
Estranho né gente?
Não estou dizendo que se você foi de causa azul jeans de uma loja e ela também tudo igual. Mas ela foi de causa jeans azul. Compreendeu?

Uma historia de amor e de tristeza!






GOSTOU DA HISTORIA NÃO CUSTA NADA CLICAR EM ASSINE E ASSINAR O AUTOR DESSA HISTORIA! OBRIGADO

domingo, 1 de julho de 2012

Unhas-Aneis

  Todo mundo quer pintar as unhas combinando, mais se por um a caso não combinar com nada o segredo é só achar um anel que combine, pode estar a unha total mente fora de moda, mais se o anel combinar tudo bem, tem certas cores, que não ficam boas, olhe as minhas dicas:
Esses anéis combinam com tudo, não pela forma, mais sim pela cor.O anel preto só não combina com a cor de esmalte marrom.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Bookafé

Bookafé

Bookafé é a união das palavras "Book" (livro em inglês) + "A Fé", simbolizando livros que levam à fé. 
Bookafé é mais do que uma cafeteria. É também um lugar de oração.
Neste ambiente agradável, disponibilizamos livros que promovem a fé para facilitar o acesso das pessoas à Palavra de Deus e às suas revelações. Além disso, você pode contar com pessoas para orar por você e com você. Aproveite para saborear nosso café e as delícias da casa.
O objetivo do Bookafé é levar a vida de Deus para todas as pessoas e assim, cheios da vida de Deus, trazer o Seu Reino de volta.

Desperta Jumentinho!

 Melhor evento para desfrutarmos mais da vida de Deus,aonde o Senhor vai crescer em nós e nos dar novas experiencias!!
 Vamos todos os irmãos e irmãs pregar o evangelho, seguir a Deus, e todos juntos conseguiremos mais resultados, para a vinda do Senhor.
 Óh!Senhor!Nos ajuda nesse encargo!Óh!Senhor!Queremos cooperar contigo, Senhor! Amém!!
                                       

domingo, 20 de maio de 2012

Kelly Clarkson

Antes da Fama

Kelly Brianne Clarkson nasceu em Fort WorthTexas, e cresceu na pequena cidade de Burleson, também no Estado do Texas. Ela é a terceira e filha mais nova de Jeanne Ann Rose, professorade ensino fundamental e descendente de grego e escocês, e Stephen Michael Clarkson, engenheiro formado de descendência galêsa. Seus irmãos são Jason e Alyssa. Quando Clarkson estava com seis anos de idade, seus pais se separaram depois de um casamento de dezessete anos; seu irmão foi viver com o pai na Califórnia, sua irmã com uma tia na Carolina do Norte e Kelly ficou com sua mãe. Depois da separação, Clarkson se mudou muito pelo estado do Texas, enquanto sua mãe trabalhava em muitas coisas para manter a família. Desde quando começou a se mudar, Kelly não entendia o porque de estar se mudando tanto em tão pouco tempo. Finalmente, a família ficou em Burleson, Texas, onde a mãe de Clarkson casou pela segunda vez com Jimmy Taylor.
Clarkson frequentou a Fulton Middle School onde terminou os estudos até a 7ª série. Ela queria ser bióloga marinha,[4] mas durante este mesmo ano escolar uma professora por acaso a ouviu cantando e a chamou para cantar no coral da escola. Clarkson disse à professora que nunca havia recebido aulas profissionais de canto antes. Depois da escola, ela frequentou a Burleson High School e cantou em musicais como o Brigadoon e "Seven Brides For Seven Brothers". Aos treze anos, Kelly passou a usar óculos, apesar de odiar as armações do artefato. Muita gente zombava dela por causa dos óculos e ela se segurava, mesmo que contra a própria vontade, para não esbofetar o próximo que lhe zombasse. No mesmo ano, Clarkson teve problemas pulmonares e teve que tomar remédios pesados, como anfetaminas, para recompor sua saúde. Dois anos depois, Kelly recompôs sua saúde e continuou seus estudos normalmente. Depois de se formar, Kelly trabalhou em várias ocupações para financiar seu CD demo, como: garçonete de coqueteis, operadora de telemarketing, atendente de papelaria, lanterninha de cinema, vendedora de pipoca no zoológico, vendedora de Red Bull, entre outros. Ela mandou seu CD para várias gravadoras e, quando todas suas cartas voltaram ainda fechadas, ela decidiu mudar-se para Hollywood para tentar oportunidades maiores na música, uma delas com o mentor Gerry Goffin. Porém, Gerry adoeceu. Kelly ainda participou de programas de TV, tais como Sabrina, the Teenage Witch e That '80s Show, e fez teste para participar do programa Pop Stars, no qual foi recusada por ter uma voz muito forte, levando em consideração que o objetivo do programa era formar um grupo musical, além de fazer uma pequena participação no filme Issues 101. Passando-se seis meses em Hollywood, ela se desencorajou quando, no dia em que ela e uma amiga se mudaram para seu novo apartamento, este caiu num incêndio e, sem dinheiro, ela teve que voltar para o Texas. Na mesma noite em que ela chegou em casa, uma amiga pediu para Kelly assinar uma inscrição para um teste. Esta inscrição seria para o programa American Idol. Sem a menor ideia de onde estaria agora, Kelly foi. "Fui de bobeira e olhe onde estou!", diz ela.

sábado, 19 de maio de 2012

Historia= A menina Jessica

Bom eu ouvi dizer nessa grande historia que irei contar, muitas pessoas não acreditam dizem que é uma perca de tempo, e outras desconfiam, mais ninguém sabe se é de verdade, a historia que vou contar agora é um grande mistério.
  A um tempo atrás, não faz muito,nasceu uma bela menina, cujo o nome era Jessica, uma menina loira, dos olhos verdes suaves como água. Os pais de Jessica eram belos feiticeiros, que  conseguiram se salvar de uma guerra em seu pais.O pais deles era tão pequeno que não aparecia no mapa, ficava entre a Venezuela e a Colômbia, para ninguém cruzar entre esses países e vessem o pais deles cujo o nome era Corairide tinha a barreira dos feiticeiros, aonde somente feiticeiros podiam passar.
  Como os pais de Jessica eram sábios vieram morar no Brasil, e viver uma vida saldavel como pessoas normais, e decidiram não contar a Jessica os seus poderes, até seu aniversario de 17 anos,que seria quando começaria a dar os primeiros sinais da mágica.
  No seu aniversario de 16 anos ela ganhou um galho de sua mãe, que na verdade era a varinha dela, ela já ia jogar fora, mais sua mãe mandou ela guardar, que na hora certa ela ia saber qual era o significado do galho que ela ganhou e porque ela ganhou. No aniversario da sua mãe no mesmo ano de seu aniversario de 16 anos, a Jessica deu a ela um lindo colar de coração. Nesse colar seu pai colocou toda a sua mágica, já doente preste a morrer falou a sua esposa colocar o colar em Jessica assim ela teria dois tipos diferentes de mágica e seria mais forte. 7 semanas depois ele veio a falecer. Sua mãe deu o colar a Jessica e ela nunca mais o tirou.
   Quando ela completou 17 anos ficou sabendo de seu poder. Ela levou 3 longos anos para aprender a utilizar o seu poder e o poder do colar. Sobrou 1 feiticeiro da guerra, e ele iria fazer de tudo para pegar o poder do pai de Jessica que estava armazenado no colar de Jessica. Ela nem fazia ideia o perigo  que ia começar a passar.
  Sua mãe começou a desconfia que ainda tinha um feiticeiro vivo, e também desconfiava que ele era do mal. Logo ela alertou a filha que ele podia estar no Brasil, mais ainda dava tempo de se salvar ela sentia.
  Elas duas se atrasaram na forma de ser salvas, então ele alerto-as dizendo:
-Estou no Brasil e na mesma cidade que vocês duas, me deem o colar e tudo se resolvera.
  Elas morrendo de medo ficaram. Mais não iam se entregar tão facilmente alias elas eram duas e ele era apenas um. Eles tiveram o seu primeiro encontro, e lutaram muito, e a vencedora era Jessica, os perdedores eram a sua mãe que morreu na primeira batalha, mais o feiticeiro não morreu só se feriu, com sorte Jessica ficou bem.
  Tiveram a segunda batalha, e quem ganhou não foi a Jessica e você já sabe quem foi que ganhou, Jessica foi atrás do colar anoite pegou ele, e levou ele para a sua casa, sozinha abril o colar colocou em si mesma todo o poder assim o feiticeiro não ia conseguir pegar.
      Dizem que Jessica foge do feiticeiro até hoje por que ela é imortal. Mais ele não é. Eai??Você acredita nessa incrível historia ou não??

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ropa para ir a escola!!!

Minha escola é assim pode ir apenas com uma peça de roupa da escola, e a outra não, se a sua escola é assim tbm siga essas dicas que vamos tentar fazer agora:

Blusa da escola:
Ex:

Calça jeans colorida ou tradicional:
Ex:


Tennis all star de qualquer cor (tem que ser de pano normal, sem ser coro e tal, todas as cores menos preto,pode ter desenhos no all star):
Ex:




Essa é a dica, mais se quer ir lindo, so mude o penteado a roupa nem sempre comentem...!!Mais da uma mudada ai...
Bjoos
Anna

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Umas das lições que a vida apresenta é que você tem que ao menos tentar superar as coisas, porque que você não sabe oque vai acontecer amanhã.Superando tudo pode dar serto, se amanhã quando levantar tudo da errado e na sua cababeça e nela fica a preucupação de passados não superados.Não fique encucado com coisas que você no passado que você não superou, você ainda pode consertar isso superando coisas que acontecem agora.Sempre, sempre seja forte para essas coisas, e a maneira mais forte de superar é invocando onome do Senhor Jesus dele a vida e salvação nele você vai ter forças para tudo.Por favor pode confiar em nos.Tenha vida invocando ao Senhor Jesus!!

Volei

Tem gente me pedindo por e-mail, uma pesquisa de volei, então aki vai:


História

O vôlei foi criado em 9 de fevereiro de 1895 por William George Morgan nos Estados Unidos da América[1]. O objetivo de Morgan, que trabalhava na "Associação Cristã de Moços" (ACM), era criar um esporte de equipes sem contato físico entre os adversários, de modo a minimizar os riscos de lesões. Inicialmente jogava-se com uma câmara de ar da bola de basquetebol e foi chamado Mintonette, mas rapidamente ganhou popularidade com o nome de volleyball. O criador do voleibol faleceu em 27 de dezembro de 1942 aos 72 anos de idade.
Em 1947 foi fundada a Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Dois anos mais tarde foi realizado o primeiro Campeonato Mundial de Voleibol. Na ocasião só houve o evento masculino. Em 1952, o evento foi estendido também ao voleibol feminino. No ano de 1964 o voleibol passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, tendo-se mantido até a atualidade.
Recentemente, o voleibol de praia, uma modalidade derivada do voleibol, tem obtido grande sucesso em diversos países, nomeadamente no Brasil e nos EUA. Nos esportes coletivos, a primeira medalha de ouro olímpica conquistada por um país lusófono foi obtida pela equipe masculina de vôlei do Brasil nos Jogos Olímpicos de Verão de 1992. A proeza se repetiu nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004 e nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008 foi a vez da seleção brasileira feminina ganhar a sua primeira medalha de ouro em Olimpíadas.

Regras

Para se jogar voleibol são necessários 12 jogadores divididos igualmente em duas equipes de seis jogadores cada.
As equipes são divididas por uma rede que fica no meio da quadra. O jogo começa com um dos times que devem sacar.Logo depois do saque a bola deve ultrapassar a rede e seguir ao campo do adversário onde os jogadores tentam evitar que a bola entre no seu campo usando qualquer parte do corpo (antes não era válido usar membros da cintura para baixo, mas as regras foram mudadas). O jogador pode rebater a bola para que ela passe para o campo adversário sendo permitidos dar três toques na bola antes que ela passe, sempre alternando os jogadores que dão os toques. Caso a bola caia é ponto do time adversário.
O jogador pode encostar na rede (desde que não interfira no andamento do jogo), exceto na borda superior, caso isso ocorra o ponto será para o outro time. O mesmo jogador não pode dar 2 ou mais toques seguidos na bola, exceção no caso do toque de Bloqueio.

O campo

É retangular, com a dimensão de 18 x 9 metros, com uma rede no meio colocada a uma altura variável, conforme o sexo e a categoria dos jogadores (exemplo dos seniores e juniores: masculino -2,43 m; femininos 2,24 m).
Há uma linha de 3 metros em direção do campo para a rede, dos dois lados e uma distância de 6 metros até o fim da quadra. Fazendo uma quadra de extensão de 18 metros de ponta a ponta e 9 metros de lado a lado.

A equipe

É constituída por 12 jogadores: -6 jogadores efectivos -6 jogadores suplentes -Até 2 líberos

Equipamento

Campo de Voleibol.
As partidas de voleibol são confrontos envolvendo duas equipes disputados em ginásio coberto ou ao ar livre conforme desejado.
O campo mede 18 metros de comprimento por 9 de largura (18 x 9 metros), e é dividido por uma linha central em um dos lados de nove metros que constituem as quadras de cada time. O objetivo principal é conquistar pontos fazendo a bola encostar na sua quadra ou sair da área de jogo após ter sido tocada por um oponente.
Acima da linha central, é postada uma rede de material sintético a uma altura de 2,43 m para homens ou 2,24 m para mulheres (no caso de competições juvenis, infanto-juvenis e mirins, as alturas são diferentes). Cada quadra é por sua vez dividida em duas áreas de tamanhos diferentes (usualmente denominadas "rede" e "fundo") por uma linha que se localiza, em cada lado, a três metros da rede ("linha de 25 metros").
No voleibol, todas as linhas delimitadoras são consideradas parte integrante do campo. Deste modo, uma bola que toca a linha é considerada "dentro" (válida), e não "fora" (inválida). Acima da quadra, o espaço aéreo é delimitado no sentido lateral por duas antenas postadas em cada uma das extremidades da rede. No sentido vertical, os únicos limites são as estruturas físicas do ginásio.
Caso a bola toque em uma das antenas ou nas estruturas físicas do ginásio, o ponto vai automaticamente para o oponente do último jogador que a tocou.
A bola empregada nas partidas de voleibol é composta de couro ou couro sintético e mede aproximadamente 65 cm de perímetro. Ela pesa em torno de 270g e deve ser inflada com ar comprimido a uma pressão de 0,30 kg/cm².

Estrutura

Ao contrário de muitos esportes, tais como o futebol ou o basquetebol, o voleibol é jogado por pontos, e não por tempo. Cada partida é dividida em sets que terminam quando uma das duas equipes conquista 25 pontos. Deve haver também uma diferença de no mínimo dois pontos com relação ao placar do adversário - caso contrário, a disputa prossegue até que tal diferença seja atingida. O vencedor será aquele que conquistar primeiramente três sets.
Como o jogo termina quando um time completa três sets vencidos, cada partida de voleibol dura no máximo cinco sets. Se isto ocorrer, o último recebe o nome de tie-break e termina quando um dos times atinge a marca de 15, e não 25 pontos. Como no caso dos demais, também é necessária uma diferença de dois pontos com relação ao placar do adversário.
Cada equipe é composta por doze jogadores, dos quais seis estão atuando na quadra e seis permanecem no banco na qualidade de reservas. As substituições são limitadas: cada técnico pode realizar no máximo seis por set, e cada jogador só pode ser substituído uma única vez - com exceção do líbero - devendo necessariamente retornar à quadra para ocupar a posição daquele que tomara originalmente o seu lugar.
Os seis jogadores de cada equipe são dispostos na quadra do seguinte modo. No sentido do comprimento, três estão mais próximos da rede, e três mais próximos do fundo; e, no sentido da largura, dois estão mais próximos da lateral esquerda; dois, do centro da quadra; e dois, da lateral direita. Estas posições são identificadas por números: com o observador postado frente à rede, aquela que se localiza no fundo à direita recebe o número 1, e as outras seguem-se em ordem crescente conforme o sentido anti-horário.

O jogo

Posicionamento e rotação.
No início de cada set, o jogador que ocupa a posição 1 realiza o saque, e, acerta a bola com a mão tencionando fazê-la atravessar o espaço aéreo delimitado pelas duas antenas e aterrissar na quadra adversária. Os oponentes devem então fazer a bola retornar tocando-a no máximo três vezes, e evitando que o mesmo jogador toque-a por duas vezes consecutivas.
O primeiro contato com a bola após o saque é denominado recepção ou passe, e seu objetivo primordial é evitar que ela atinja uma área válida do campo. Segue-se então usualmente o levantamento, que procura colocar a bola no ar de modo a permitir que um terceiro jogador realize o ataque, ou seja, acerte-a de forma a fazê-la aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto.
No momento em que o time adversário vai atacar, os jogadores que ocupam as posições 2, 3 e 4 podem saltar e estender os braços, numa tentativa de impedir ou dificultar a passagem da bola por sobre a rede. Este movimento é denominado bloqueio, e não é permitido para os outros três atletas que compõem o restante da equipe.
Em termos técnicos, os jogadores que ocupam as posições 1, 6 e 5 só podem acertar a bola acima da altura da rede em direção à quadra adversária se estiverem no "fundo" de sua própria quadra. Por esta razão, não só o bloqueio torna-se impossível, como restrições adicionais se aplicam ao ataque. Para atacar do fundo, o atleta deve saltar sem tocar com os pés na linha de três metros ou na área por ela delimitada; o contato posterior com a bola, contudo, pode ocorrer no espaço aéreo frontal.
Após o ataque adversário, o time procura interceptar a trajetória da bola com os braços ou com outras partes do corpo para evitar que ela aterrisse na quadra. Se obtém sucesso, diz-se que foi feita uma defesa, e seguem-se novos levantamento e ataque. O jogo continua até que uma das equipes cometa um erro ou consiga fazer a bola tocar o campo do lado oponente.
Se o time que conquistou o ponto não foi o mesmo que havia sacado, os jogadores devem deslocar-se em sentido horário, passando a ocupar a próxima posição de número inferior à sua na quadra (ou a posição 3, no caso do atleta que ocupava a posição 4). Este movimento é denominado rodízio.

Líbero

O líbero é um atleta especializado nos fundamentos que são realizados com mais frequência no fundo da quadra, isto é, recepção e defesa. Esta função foi introduzida pela FIVB em 1998, com o propósito de permitir disputas mais longas de pontos e tornar o jogo deste modo mais atraente para o público. Um conjunto específico de regras se aplica exclusivamente a este jogador.
O líbero deve utilizar uniforme diferente dos demais, não pode ser capitão do time, nem atacar, bloquear ou sacar. Quando a bola não está em jogo, ele pode trocar de lugar com qualquer outro jogador sem notificação prévia aos árbitros, e suas substituições não contam para o limite que é concedido por set a cada técnico.
Por fim, o líbero só pode realizar levantamentos de toque do fundo da quadra. Caso esteja pisando sobre a linha de três metros ou sobre a área por ela delimitada, deverá exercitar somente levantamentos de manchete, pois se o fizer de toque por cima (pontas dos dedos) o ataque deverá ser executado com a bola abaixo do bordo superior da rede.

Pontos

Existem basicamente duas formas de marcar pontos no voleibol. A primeira consiste em fazer a bola aterrissar sobre a quadra adversária como resultado de um ataque, de um bloqueio bem sucedido ou, mais raramente, de um saque que não foi corretamente recebido. A segunda ocorre quando o time adversário comete um erro ou uma falta.
Diversas situações são consideradas erros:
  • A bola toca em qualquer lugar exceto em um dos doze atletas que estão em quadra, ou no campo válido de jogo ("bola fora").
  • O jogador toca consecutivamente duas vezes na bola ("dois toques").
  • O jogador empurra a bola, ao invés de acertá-la. Este movimento é denominado "carregar ou condução".
  • A bola é tocada mais de três vezes antes de retornar para o campo adversário.
  • A bola toca a antena, ou passa sobre ou por fora da antena em direção à quadra adversária.
  • O jogador encosta na borda superior da rede.
  • Um jogador que está no fundo da quadra realiza um bloqueio.
  • Um jogador que está no fundo da quadra pisa na linha de três metros ou na área frontal antes de fazer contato com a bola acima do bordo superior da rede ("invasão do fundo").
  • Postado dentro da zona de ataque da quadra ou tocando a linha de três metros, o líbero realiza um levantamento de toque que é posteriormente atacado acima da altura da rede.
  • O jogador bloqueia o saque adversário.
  • O jogador está fora de posição no momento do saque.
  • O jogador saca quando não está na posição 1.
  • O jogador toca a bola no espaço aéreo acima da quadra adversária em uma situação que não se configura como um bloqueio ("invasão por cima").
  • O jogador toca a quadra adversária por baixo da rede com qualquer parte do corpo exceto as mãos ou os pés ("invasão por baixo").
  • O jogador leva mais de oito segundos para sacar
  • No momento do saque, os jogadores que estão na rede pulam e/ou erguem os braços, com o intuito de esconder a trajetória da bola dos adversários. Esta falta é denominada screening
  • Os "dois toques" são permitidos no primeiro contato do time com a bola, desde que ocorram em uma "ação simultânea" - a interpretação do que é ou não "simultâneo" fica a cargo do arbitro.
  • A não ser no bloqueio. O toque da bola no bloqueio não é contabilizado.
  • A invasão por baixo de mãos e pés é permitida apenas se uma parte dos membros permanecer em contato com a linha central.

Fundamentos

Um time que deseja competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de seis habilidades básicas, denominadas usualmente sob a rubrica "fundamentos". Elas são: saque, passe, levantamento, ataque, bloqueio e defesa. A cada um destes fundamentos compreende um certo número de habilidades e técnicas que foram introduzidas ao longo da história do voleibol e são hoje consideradas prática comum no esporte.

Saque ou serviço

Jogador preparando-se para sacar.
saque ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrissar na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.
Existe a denominada área de saque, que é constituída por duas pequenas linhas nas laterais da quadra, o jogador não pode sacar de fora desse limite.
Um saque que a bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros esportes tais como o tênis.
No voleibol contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
  • Saque por baixo ou por cima: indica a forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é mais utilizada em competições de alto nível.
  • Jornada nas estrelas: um tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje é considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições internacionais.
  • Saque com efeito: denominado em inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.
  • Saque flutuante ou saque sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua trajetória se torne imprevisível.
  • Viagem ao fundo do mar: saque em que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se que este saque já existisse desde a década de 1960, e tenha chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só se tornou popular a partir da segunda metade dos anos 1980.
  • Saque oriental: o jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a bola no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas equipes de voleibol feminino da Ásia.

Passe

Passe realizado com manchete.
Também chamado recepção, o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados, usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o "toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da cabeça.
Quando, por uma falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção, mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".

Manchete

É uma técnica de recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance de ser devolvida com o toque.
É considerada um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola para o atacante.

Levantamento

O levantamento é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as regras são mais restritas no que diz respeito à infração de "carregar".
Também costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador está olhando.
Quando o jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola de segunda".

Ataque

Jogador atacando.
O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados ("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente, transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
O voleibol contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
  • Ataque do fundo: ataque realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.
  • Diagonal ou Paralela: indica a direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada "diagonal curta".
  • Cortada ou Remate: refere-se a um ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la aterrissar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.
  • Largada: refere-se a um ataque em que jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente, procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não esteja bem coberta pela defesa.
  • Explorar o bloqueio: refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a que ela, posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
  • Ataque sem força: o jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração, numa tentativa de confundir a defesa adversária.
  • Bola de xeque: refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).

Bloqueio

Bloqueio triplo.
O bloqueio refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.
Denomina-se "bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de 45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado, em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua própria quadra.
O bloqueio também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em "simples", "duplo" e "triplo".

Defesa

Defesa.
A defesa consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das ações específicas que se aplicam a este fundamento são:
  • Peixinho: o jogador atira-se no ar, como se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento sob o próprio abdômen.
  • Rolamento: o jogador rola lateralmente sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo adversário.
  • Martelo: o jogador acerta a bola com as duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Esta técnica é empregada, especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete, mas para as quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande demais para a correta manipulação com as pontas dos dedos.
  • Posição de expectativa: Estratégia ou tática adotada antes do saque adversário de posicionamento da defesa, podendo ser no centro ou antecipado em uma das metadas da quadra.[2]

Principais competições

Organizadas pela federação internacional (FIVB), as principais competições de voleibol são torneios internacionais que podem ser divididos em dois grupos: grandes eventos que ocorrem em ciclos de quatro anos e eventos anuais, criados a partir da década de 1990. De menor importância, mas igualmente tradicionais, são os torneios organizados por cada uma das cinco grandes confederações continentais.
Por fim, diversas federações possuem torneios e ligas nacionais, que ganham em prestígio de acordo com o volume de capital investido e a qualidade dos atletas envolvidos.
Entre as principais competições de voleibol, destacam-se:

Internacionais

Nacionais

Curiosidades

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  • Durante uma partida, um jogador dá de sessenta a oitenta saltos entre os saques, ataques e bloqueios. Alguns podem chegar a cem saltos.
  • Bebeto de Freitas, treinador da Seleção Brasileira tinha um estoque interminável de superstições. Numa excursão a Europa, em 1988, o Brasil perdia para a Holanda quando Bebeto pediu tempo. Havia um prego solto na cadeira e sua calça ficou presa. O resultado foi um indisfarçável buraco nos fundilhos. Só que, a partir disso, o Brasil virou o marcador. Nos jogos seguintes, a conta da supervisão, ele continuou usando a calça daquele jeito mesmo. Mas era só aparecer uma derrota para ele desistir da coisa. A calça furada aguentou quatro partidas.
  • A Seleção Masculina de Voleibol do Brasil possui os dois recordes mundiais de público na história do voleibol: Em 26 de Julho de 1983, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, 95.887pessoas viram o Brasil derrotar num amistoso a União Soviética por 3-1, num recorde absoluto da história do esporte. No dia 6 de Julho de 1995, no Ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte, foi batido o recorde de público numa partida in door25.326 torcedores superlotaram o ginásio para ver a Itália bater o Brasil por 3-2, na fase decisiva de classificação para as finais da Liga Mundial daquele ano.
  • Antes do estouro do voleibol, durante os anos 1980, a Seleção Brasileira se resumia a um único grande jogador. A dinastia de Antônio Carlos Moreno durou 21 anos e 366 jogos. Uma trajetória exemplar, iniciada aos dezessete anos, em que ele disputou sete campeonatos sul-americanos e quatro jogos Pan-Americanos. Participou também de quatro mundiais e cinco Olimpíadas.
  • A jogadora brasileira Fernanda Venturini nasceu com a perna esquerda um centímetro mais curta que a direita. Por isso, ela é obrigada a usar uma palmilha especial.
  • A partir dos Jogos Olímpicos de 1988, uma nova regra impediu a interrupção do jogo para que se pudesse secar a quadra. Os times passaram a entrar com toalinhas presas na parte de trás do calção, usadas sempre que o suor molha o piso. (Esta regra não está mais em vigor)
  • carioca Dartagnan Jatobá, ex-campeão carioca de judô, tem uma profissão insólita: é um torcedor profissional de voleibol. Sua corneta já é conhecida desde 1982. Depois de ajudar a fundar a torcida flamenguista Raça Rubro-Negra, ele recebeu dinheiro do Banco Econômico para torcer pelo Brasil na Copa do Mundo da Espanha. O Brasil perdeu e Dartagnan achou melhor trocar ofutebol pelo voleibol. Estreou no Mundialito de 1982. Dartagnan foi o responsável por distribuir em Barcelona 15 mil camisetas e mil bonés com o logotipo do Banco do Brasil. Para isso ele recebeu passagem de avião, ingressos para os jogos e diária de quarenta dólares.
  • O saque Jornada nas Estrelas. Tipo específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir grandes alturas, em torno 25 metros. O aumento no raio da parábola descrito pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em velocidades da ordem de 70 km/h. Ao contrário de que todos imaginam o primeiro atleta brasileiro a executá-lo, não foi o Bernard Rajzman, e sim, Vicente Pinheiro Chagas, no início da década de 50. Vicentão, como era conhecido em Minas Gerais, executou esse tipo de saque quando jogava pelo Clube Atlético Mineiro. Naquela ocasião, a maiorias das quadras eram descobertas em Belo Horizonte, e esse saque surtia, segundo os mais antigos, um efeito devastador. A bola subia além do feixe de luz dos holofotes e, momentaneamente, não era vista pelos jogadores. Muitos anos depois, Bernard, diga-se de passagem, com grande maestria e talento, aplicou esse tipo de saque na praia no início da década de 80, e o levou para os ginásios com muito sucesso.Interessante ressaltar que, na ocasião, passava na televisão brasileira um seriado chamado "Jornada nas Estrelas". Pronto, foi o bastante para o saque ser batizado com esse nome em alusão ao seriado. Para evitar mal-entendido, de forma alguma estamos tirando os méritos de Bernard. Pelo contrário. Além de extraordinário jogador, foi ele, sem dúvida, a dar notoriedade ao saque Jornada nas Estrelas. Mas atribuí-lo à invenção desse tipo de saque é injusto ao seu real criador: Vicente Pinheiro Chagas.
Bom é isso.
Bjoos
Anna